Post pessoal…

Hoje meu pai faria 60 anos, para nós que ainda estamos aqui a saudade é muito grande e a falta que ele faz é incomensurável… Mas aqui estamos, tentando seguir e olhar para frente, sem esquecer tudo de bom que ele nos trouxe com sua convivência, sabedoria e bom humor… Coincidentemente, ontem minha irmã recebeu a ligação de uma grande amigo dele, Jô Fernandes, com quem ele compartilhou muitas estórias e histórias… E o Jô não deixou de prestar sua homenagem em seu blog, abre aspas:

Roberto Lima
Triste a notícia da passagem do meu querido amigo Bob Lima, de tantas agências, campanhas publicitárias, de medalhas de ouro nacionais e várias conquistas regionais no Prêmio Colunistas pelo país afora. Brasília, Fortaleza, Terezina, Recife e Bahia foram os mercados onde atuamos desde que nos conhecemos em 74, e de lá para cá nunca nos perdemos de vista. Divertido, muito alegre e grande contador de ”causos” , Roberto Lima sempre me impressionou com sua rapidez de raciocínio e a clareza de idéias. Muitas campanhas (premiadas) criadas em papel de guardanapos de butecos depois da décima cerveja, tantas viagens e quanta lealdade. Muitas brigas mas nenhuma mágoa. Robertinho viajou sem combinar com a gente. Um beijo meu amigo querido.


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Saudades Roberto, saudades…


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Sobre Administração de cara nova…

Não deixem de conferir a nova cara do blog Sobre Administração, ficou muito bacana e moderno com este novo layout… Com diversas áreas de interesse a todos que gostam de assuntos relacionados à administração e à gestão.

Vale a pena conferir…

Parabéns ao Gustavo pelo excelente trabalho e continue assim!!

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Pensando… O blog do professor Cristovão Pereira

a única função dos prognósticos dos economistas é fazer a astrologia parecer respeitável

(John Kenneth Galbraith, economista)

Esta é só uma meneira de divulgar o blog de um grande professor que tive, Cristovão Pereira, que agora anda espalhando suas idéias em seu blog Pensando

Não deixem de ler A lenda dos macacos e o mercado de ações

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Crise? Crie $! - texto do primeiro número do “AGREGUE UMA NOVA IDEIA”

Mais uma vez depois de longo e tenebroso inverno estou de volta, assombrado pela crise mundial e pelo encontro de Obama com Lula…

Falando em crise, segue um texto inteligente de um comparsa, que de uma maneira singela procura nos animar ou pelo menos mostrar o caminho que o Nizan nos ensina: “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”.

O texto faz parte da newsletter que a empresa dele IDEA Consultoria envia para seus clientes em parceria com a Agregar Gestão de Pessoas.

Segue o texto:

Crise? Crie $!

Por Eduardo Mesquita

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Costumo perguntar para as pessoas que assistem aos meus treinamentos e palestras: qual a crise mais antiga que conseguem se lembrar? Alguns falam do confisco da poupança de Collor, outros falam da seleção de 82, alguns ainda lembram-se de 1929, outros ainda falam das guerras mundiais.

Mas a crise mais antiga que sempre me recordo diz respeito a uma dupla que foi morar em um domicílio cheio de regras. Infelizmente um dos “sócios” quebrou uma das regras e levou o parceiro a quebrar também, pois foram expulsos do imóvel debaixo de broncas eternas e uma espada flamejante.

Já identificou? Adão e Eva é a crise mais antiga que consigo imaginar, muito antes de dinos pela terra ou dinheiro circulante, e mesmo sendo uma crise tão antiga, ainda assim sobrevivemos. Ainda assim perseveramos. Não sumimos como os dodôs (Raphus Cucullatos) e os T-rex (Tyrannosaurus rex).

O que se tira disso é que crise não quebra nem nunca quebrou ninguém. O que quebra empresas não é a crise, é a resistência à mudança. O que a crise faz é mudar as regras do jogo, jogo esse que muitas vezes já está acomodado, morno, sem graça, e a crise vem sacudir essas certezas.

Nizan Guanaes, o publicitário baiano, disse que “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”, o que acho uma imagem perfeita para definir essas tais crises. Num jogo como o mercado, é impossível todo mundo perder, consequentemente alguém tem que ganhar.

Sim, estamos vivendo tempos atribulados, de crise, demissões, quebras e falências; e agora é a hora de ousar. Agora é a hora de inovar nas lideranças das equipes, hora de criar novas estratégias comerciais para atrair os clientes, produzir novas formas de motivação e relacionamento com as equipes para reter os talentos e preparar as velas para quando o vento soprar novamente.

Chorar e esperar a crise passar é uma ótima receita para a extinção. Então se todo mundo tem certeza que em tempos de crise precisamos cortar algo, corte o S de crise, de cima abaixo, e CRIE $!!

Fonte: Blog da Idea Consultoria

Para ler mais do que o Eduardo escreve visite: O Grito do Inimigo

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Pequenas empresas descobrem a tecnologia da informação

Estudo do Sebrae mostra que a utilização de equipamentos ligados às tecnologias de informação e comunicação já é uma realidade nas pequenas empresas

Microcomputadores, internet e telefone celular fazem parte da rotina das micro e pequenas empresas (MPE). A constatação faz parte da sondagem ‘As tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas MPE brasileiras’, divulgada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae em São Paulo).

A pesquisa teve por objetivos identificar o grau de utilização dos equipamentos ligados às tecnologias de informação e comunicação, particularmente microcomputadores, internet e telefone celular, assim como averiguar o grau de importância dada pelos empresários a essas tecnologias, as finalidades no uso das mesmas e os planos de investimento na área.

Realizada no mês de agosto junto a 4004 empreendedores de todos os Estados brasileiros, sendo 143 em Goiás, a sondagem revelou que 88% das MPE goianas possuem microcomputadores, 75% utilizam a Internet e 94% contam com aparelhos celulares.

Das 88% das MPE goianas que possuem microcomputadores, 78% têm de uma a cinco máquinas, sendo 49% delas adquiridas a menos de cinco anos. O sistema operacional predominante é o Windows e os equipamentos mais utilizados são as impressoras (78%), gravadores de CD/DVD (49%), scanner (31%), laptops e notebooks (23%), leitores de código de barras (21%) e câmeras para Internet (18%).

Sobre a finalidade do microcomputador, 71% dos empreendedores o utilizam para acessar informações na Internet, 66% para o cadastro de clientes, 59% para a elaboração de documentos e 58% para o controle de estoques. Em contrapartida, 47% não utilizam nenhum software para administrar as atividades da empresa.

Nas 75% das MPE que contam com Internet, 51% navegam em banda larga, sendo que 47% acessam o serviço a menos de cinco anos. O principal atividade da Internet fica por conta do acesso ao e-mail (64%), seguida pela pesquisa de preços/fornecedores (56%), serviços do governo (49%) e serviços financeiros/bancos (47%).

Apesar de populares entre as MPE, o microcomputador e a Internet ainda não sensibilizaram os empreendedores sobre a importância de se ter uma home page do negócio, haja vista que apenas 12% afirmaram ter um site próprio. Outros 88% nunca realizaram vendas por meio do comércio eletrônico. A capacitação por meio da Internet também é incipiente, haja vista que somente 15% dos empreendedores já participaram de cursos on line.

Mais popular que o microcomputador, o celular está presente em 94% das MPE. O aparelho é utilizado a menos de 10 anos por 84% dos entrevistados, e os serviços preferidos são a chamada telefônica (72%), mensagens de texto (17%) e o acesso a Internet (3%).

Até o final do ano, 54% dos empreendedores goianos ainda pretendem investir em tecnologias de informação e comunicação. Os microcomputadores (40%), softwares (30%), impressoras (27%) e serviços de Internet estão entre os itens preferidos. Sobre o total de investimento, 17% pretendem comprometer até R$ 3.000,00, e só 5% investirão mais de R$ 10.000,00 na aquisição desses bens.

Quanto à relevância da utilização dessas tecnologias, os empreendedores consideram de grande importância para seus negócios o computador (62%), a Internet (57%) e o celular (64%).

Fonte: Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás)

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Como agir na crise…

Material interessante preparado e distríbuido pelo Sebrae de São Paulo, com algumas dicas e recomendações para pequenos empresários saberem como proceder durante este turbilhão que vem atormentando a economia global…

Vale a pena dar uma conferida.

Como agir na crise

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Os vários desafios das pequenas e médias empresas latino-americanas

Universia-Knowledge@Wharton

As pequenas e médias empresas (PMEs) respondem por cerca de 90% a 98% das unidades produtivas na América Latina, gerando cerca de 63% do emprego disponível, além de participarem com cerca de 35% a 40% do produto total da região, de acordo com os mais recentes estudos de organismos como o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal).

As PMEs estão espalhadas por todos os setores, do comércio à indústria, no segmento de serviços, saúde e no sistema financeiro. De acordo com estatísticas do Banco Mundial, elas constituem a fibra-mestra do tecido social de todo o continente, já que se encontram em grandes centros urbanos, cidades de porte intermediário, pequenas populações e nas mais remotas e distantes regiões rurais — uma vez que, no campo,  essas empresas estão presentes nas mais diversas atividades da produção agropecuária.

Contudo, as PMEs padecem de diversos problemas que lhes roubam eficiência, produtividade e competitividade. “São tantas suas dificuldades quanto o número de empresas existentes, e embora não haja governo que não as incorpore às suas políticas sociais — através de leis, decretos e resoluções que possam beneficiá-las — seu atraso em relação à grande empresa é significativo”, afirma Jorge Yarce Maya, presidente do Instituto Latino-americano de Liderança, consultor internacional e professor universitário.

De acordo com o instituto, que congrega líderes da América Latina e cuja matriz está localizada em Bogotá, entre os transtornos que afetam a pequena e média empresa da região destaca-se a informalidade. Segundo o ex-reitor da faculdade de administração de empresas da Universidade dos Andes, na Colômbia, e atual consultor de empresas, Jorge Hernán Cárdenas, esse fenômeno afeta 50% das micro (com dois ou três empregados), pequenas (de cinco até 15 empregados) e médias empresas (até 200 empregados).

Para continuar lendo o artigo completo clique aqui.

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No ritmo dos bons negócios

Feira Brasil Central Music 2008, que terá entrada franca em todas as atividades, espera promover a abertura e ampliação do mercado para músicos e produtores de Goiás

O Centro Cultural Oscar Niemayer, em Goiânia, será palco, de 18 a 20 de novembro, da Feira Brasil Central Music 2008. A ação é uma iniciativa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae em Goiás), em parceria com o Comitê Gestor do Projeto Economia Criativa da Música (BCM) e o Centro Cultural Oscar Niemayer. A entrada é franca para todas as atividades.

Segundo Marco Antônio de Mello e Cunha, gestor do projeto e coordenador da feira, o evento terá área para a comercialização de produtos (Feira de Negócios), ambiente para Rodada de Negócios e seminário, e dois palcos para apresentações culturais e shows musicais gratuitos.

Marco Antônio explica que o objetivo da Feira Brasil Central Music é fortalecer o segmento artístico do Estado de Goiás, com ênfase no aumento da renda e ocupação no setor. “A feira deve promover a abertura e ampliação do mercado musical nacional e internacional para músicos e produtores musicais do Estado, além de estimular a profissionalização entre seus empreendedores e trabalhadores”, afirma o gestor.

Composto por 11 entidades representativas do segmento musical em Goiás, o Comitê Gestor do Projeto Economia Criativa da Música espera que o evento seja a maior feira de negócios da música no Centro-Oeste brasileiro, segundo Marco Antônio. “Organização para isso não falta”, afirma o gestor, lembrando que a presença de compradores nacionais e do exterior é um dos diferenciais da feira: “A programação é rica em atrações e produtos.”

Fonte: Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás)

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He-man e a crise econômica…

E não é que o He-man sabe tudo sobre a crise econômica…

Veja no video as explicações…

Fonte: Blog do Nicholas

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Dicas para enfrentar a crise

Para enfrentar o período de crise financeira sem sentir maiores turbulências, os pequenos empresários brasileiros devem apostar na gestão financeira. O conselho é do diretor-administrativo-financeiro do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Alberto Santos.

Em qualquer situação, a gestão das empresas tem que ser muito firme, profissionalizada e voltada para um controle estrito de fluxo caixa, de redução de custos e de aumento da competitividade dos pequenos negócios. Sem isso, o pequeno negócio não sobrevive mesmo se não tivéssemos essas preocupações no horizonte“, afirma.

Ele diz que os pequenos empresários já sentem os efeitos das restrições de crédito, mas isso não está causando maiores problemas para as empresas. “Nada tão dramático que leve a uma falta de linhas de crédito ou de capital de giro“, afirma. Segundo o diretor, os empréstimos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) não foram afetados.

Para Santos, o momento não é de pessimismo. Ele acredita que a economia do país já sofreu impactos maiores com crises de menores proporções. “Hoje temos uma crise no centro do sistema e as repercussões no Brasil não têm sido tão graves como foram com crises muito menores, como a da Ásia, por exemplo. Isso me dá motivos para ser otimista“.

O diretor considera que o momento de crise pode ser uma boa oportunidade para setores que estavam sob forte concorrência dos produtos importados ou que diminuíram as exportações por causa da taxa de câmbio desfavorável.

O diretor do Sebrae aprova as ações do governo federal para minimizar os efeitos da crise, tanto a injeção de recursos no sistema financeiro como a continuidade das políticas de investimento, em especial das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Essas ações fazem com que o quadro se estabilize e as pequenas empresas são favorecidas com isso“, disse.

As micro e pequenas empresas empregam 60% da população economicamente ativa e são responsáveis por 20% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Sebrae, 98% das empresas registradas são consideradas micro e pequenas empresas, por terem faturamento bruto anual de até R$ 2,4 milhões.

Fonte: Agência Brasil

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